
Na coluna opinião do “Jornal” Folha do Sul, aparentemente quem o escreveu teve um breve momento de lucidez é o que a matéria nos leva a crer, ou contrariou os princípios que nos últimos tempos tem norteado este “jornal”, pois, um trecho da matéria diz o seguinte: “Usurpadores da boa fé, são mentirosos profissionais, enganadores de carteirinha, mais falsos que nota de três reais. Corruptos ao extremo. Saqueadores dos cofres públicos, todos estão fadados ao fracasso e serão desmascarados. Todos estão condenados à vala comum”.
Será que o escriba acordou e faz referência aos seus companheiros de administração municipal?
Há algum descontentamento de sua parte?
Na realidade não se sabe, mas, o que se pode entender é que tal opinião não condiz com a conduta tomada pelo “jornal”, que sempre fazia oposição ao governo municipal, e, quando seu “proprietário de fato” assumiu uma cadeira de secretário, passou a ter outra conduta, totalmente parcial e antidemocrática, pois, não aponta falhas e somente aponta resultados que favorecem a administração em detrimento da realidade local. Que imprensa é esta?
Não poderia deixar de folcloricamente falar, sobre um personagem que logo após se formar em jornalismo ressurgiu em Itapeva em meados dos anos 80, cabeludo com camiseta baby look mostrando o umbigo como os hippies de WOODSTOCK, e que queria fazer jornalismo sério e contestador, com o auxilio de sua família adquiriu um jornal, ia tudo bem até ser picado elo bichinho do poder, se perdeu nas linhas do destino e perdeu com isto o pouco de credibilidade que tinha, pois, mudar de opinião é uma coisa, perder a ideologia é outra bem diferente.
Para ele WOODSTOCK, foi fachada ou modismo.

