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Henrique Cancelli Vieira
Alegre, feliz de bem com a vida e com os amigos, casado com uma linda mulher de nome Virgínia.
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Terça-feira, 14 de Julho de 2009

COISAS DA CÂMARA




A 14ª sessão extraordinária de 2009 foi marcada pela aprovação do veto do Prefeitão ao autógrafo Nº 001/09 do Projeto de Lei 093/09 do vereador Tarzã, que, revoga o art. 10 da Lei 2.272/05 que dispõe sobre empréstimos consignados aos funcionários públicos e pensionistas municipais. O que o vereador queria era possibilitar que taxas de juros menores fossem usadas neste tipo de empréstimo, visto que existe uma taxa de 4% diluída nestas operações, que, por conseqüência eleva os juros, pois, os valores arrecadados com esta taxa é devolvida aos cofres públicos em torno de R$ 140,000,00 ao ano, dinheiro este que poderia circular no comércio se estivesse nas mãos dos funcionários, sem falar que a Prefeitura é intermediária e beneficiária da agiotagem, pois, possibilita que os pagamentos sejam feitos em dia, uma receita que ninguém sabe onde é aplicada. Como não poderia ser diferente, tudo que pode beneficiar o povo dá errado, o vereador foi derrotado e o veto mantido.
A situação na Prefeitura da Faxina não anda mesmo boa, pois, o vereador Eliel Ferreira da base do governo, não pede mais para o Prefeitão dele para fechar crateras na rodovia Faustino Daniel da Silva, pois, não é atendido também pudera o Prefeitão não gosta de vereador, ele como ditador acha que o legislativo é um desperdício, então o nobre edil na 42ª sessão ordinária em um dos vários requerimentos que sempre constam na pauta, apela ao DD. Promotor Público para informar sobre a possibilidade de tomar providências com relação aos buracos na referida rodovia. (O legislativo da Faxina está assim!)
REPUDIO?
No oficio 608/09 de 13/07/09 o Secretário Jurídico repudia matéria que foi veiculada pelos jornais independentes de nossa cidade onde o vereador Margarido declara que recebeu uma resposta mentirosa do Executivo através de resposta ao requerimento que trata de despesas de hospedagem pagas pelo Executivo ao Palace Hotel no período da FAI 2008.
Mas com base em documentos entregues pelo Executivo ao Judiciário o nobre Edil constatou que foi sim efetuado pagamento ao referido comércio, mas a resposta do requerimento era negativa com relação ao pagamento dando então origem a denúncia de falta de veracidade das repostas do Executivo a requerimentos da câmara.
Atuando como um causídico aparentemente desprovido de amplo entendimento do que se tratava, e, dando uma de João sem braço (bobo), mandou responder o referido requerimento ao pé da letra, como se o fato de pagar houvesse ocorrido no tempo literal da pergunta do vereador, lançando mão de artifício de causídicos que defendem um réu em um júri, (mas também não sei se teria tanta capacidade) deixando de lado a responsabilidade da veracidade das informações, não obstante a isto comparou a pergunta do vereador à mesma pergunta feita pelo Judiciário sobre o mesmo assunto, em tom irônico desclassificando a indagação do vereador eleito pelo voto popular. (Perdeu a oportunidade de ficar calado, e, a tréplica vai ser dura, aguarde.)
A ironia é irmã siamesa da audácia dos ignorantes.

Sábado, 11 de Julho de 2009

O LIVRO


OPOSIÇÃO



Como sempre tem sido aqui na Faxina, oposição é uma situação relativa, pois, quase todos tem um preço e que pode ser pago com dinheiro público é claro, através de favores, serviços e outros favorecimentos.
Contudo está surgindo uma nova oposição por estas paragens, pequena é claro, mas, que fará muita diferença e que começa a crescer, transformar-se-á em uma terceira via para o povo cansado da mesma situação, e, pensando nisso deixo uma mensagem de ESOPO para hoje.

A ÁGUIA E O ESCARAVELHO

Uma lebre estava sendo perseguida por uma águia. Em seu desespero, foi obrigada a pedir ajuda ao único animal que lhe apareceu: um escaravelho.
Este tranqüilizou-a, e disse à águia que se aproximava: “Por favor, poupa meu suplicante”. Mas a águia que não tinha senão desprezo pelo pequeno escaravelho, devorou a lebre diante de seus olho. Desde então, cheio de rancor, o escaravelho não parava de espiar a águia. Quando ela punha seus ovos, ele ai até o ninho e empurrava-os para quebrá-los. Não sabendo mais o que fazer, a águia foi até Zeus, seu protetor juramentado, e lhe pediu um lugar seguro para fazer seu ninho. Zeus permitiu que ela pusesse seus ovos nas dobras de sua veste. Mas nem isto havia escapado ao escaravelho: ele fez uma bolinha com seu cocô, e voou. Ao sobrevoar o regaço de Zeus deixou cair à bolinha. E Zeus para se livrar do cocô, esquecido dos ovos, deixou-os cair no chão. Diz-se que desde então, as águias não fazem mais seu ninho na estação dos escaravelhos.
Moral da fábula, não há fraco que, ultrajado, não tenha força para se vingar: quem os olha do alto, cuidado!

Terça-feira, 7 de Julho de 2009

APRENDENDO A VIVER E SOBREVIVER.



A vida é mesmo uma escola incrível, mas, não perdoa tropeços nem falhas, apesar de tudo aprendemos muito, para que possamos nos aprimorar para o futuro, pensando nisso vou deixar aqui duas fabulas do meu amigo ESOPO, que retratam a situação atual das terras de Faxina e do nosso país.

O CÃO E O CHOCALHO.

Como o cão mordia as pessoas traiçoeiramente, seu dono atou-lhe um chocalho no pescoço para que assim soubessem de sua presença. E o cão, ao sacudir o chocalho, divertia a todos na praça pública. Mas uma velha cadela lhe disse:
- Por que tanto orgulho? Não é, por seres virtuoso que tens este chocalho no pescoço. Ele representa o teu vício o culto.
Pobres fanfarrões! Por trás da glória que ostentam escondem-se a maldade.

O LOBO FERIDO E A OVELHA.

Um lobo que havia sido mordido por cães e estava em estado lastimável não podia mais ir atrás de alimento. Ao ver a ovelha, ele pediu-lhe para ir buscar água no rio próximo.
- Se me deres água disse-lhe, poderei depois ir procurar comida.
Mas a ovelha respondeu:
- Se te dou de beber, serei o teu de comer.
Que isso sirva de lição aos hipócritas com suas armadilhas.

Segunda-feira, 6 de Julho de 2009

POR ONDE ANDARÁ A HONESTIDADE?




1º de Janeiro de 2005, com toda pompa inerente aos ditadores assume o Prefeitão, que, a princípio parecia ser uma figura diferente de todas já vistas por estas paragens, mas como o tempo é o melhor conselheiro, tratou de colocar tudo em seus devidos lugares, o que parecia ser certo se travestia de uma ilusão impregnada de arrogância, truculência, prevaricação e prostituição do poder.
Mas como o povo gosta de sofrer e de ser enganado, o velho lobo travestiu – se novamente de cordeiro, e, derramando o sangue negro pelas ruas da Faxina e de guaiaca aberta pôs – se a se fazer de bom homem novamente, colocando – se como belo e formoso pavão banhado a ouro e púrpura ou então a um cavaleiro da idade média forjado no calor das batalhas. Enganado estava o povo, que, não percebeu que por dentro se escondia a putrefa maledicência humana em busca de seu regozijo pessoal, como um déspota que se farta com a carne enquanto seus súditos se lambuzam com os restos, como nos burgos que se formavam à volta dos castelos dos senhores feudais da idade média.
As mazelas do executivo tem criado uma distância enorme entre o Prefeitão e o povo, que, tinha tudo para ser diferente, o cheiro do dinheiro entorpece como a mais potentes das drogas.
“A MINHA MAIOR OBRA É CUIDAR DE PESSOAS”, nas reticências o povo não entendeu que as pessoas eram o povo que o rodeavam e não o proletariado (povão) que o elegeu, pobre povo mais uma vez manobrado o amor acabou, e, por conseguinte a vergonha também, a honestidade envergonhada desapareceu na fumaça da pirotecnia do palco desta, opera trágica em que se transformou este governo.
“MINHA MAIOR OBRA ERA CUIDAR DE PESSOAS, AGORA É GASTAR DINHEIRO DELAS”.