
A 14ª sessão extraordinária de 2009 foi marcada pela aprovação do veto do Prefeitão ao autógrafo Nº 001/09 do Projeto de Lei 093/09 do vereador Tarzã, que, revoga o art. 10 da Lei 2.272/05 que dispõe sobre empréstimos consignados aos funcionários públicos e pensionistas municipais. O que o vereador queria era possibilitar que taxas de juros menores fossem usadas neste tipo de empréstimo, visto que existe uma taxa de 4% diluída nestas operações, que, por conseqüência eleva os juros, pois, os valores arrecadados com esta taxa é devolvida aos cofres públicos em torno de R$ 140,000,00 ao ano, dinheiro este que poderia circular no comércio se estivesse nas mãos dos funcionários, sem falar que a Prefeitura é intermediária e beneficiária da agiotagem, pois, possibilita que os pagamentos sejam feitos em dia, uma receita que ninguém sabe onde é aplicada. Como não poderia ser diferente, tudo que pode beneficiar o povo dá errado, o vereador foi derrotado e o veto mantido.
A situação na Prefeitura da Faxina não anda mesmo boa, pois, o vereador Eliel Ferreira da base do governo, não pede mais para o Prefeitão dele para fechar crateras na rodovia Faustino Daniel da Silva, pois, não é atendido também pudera o Prefeitão não gosta de vereador, ele como ditador acha que o legislativo é um desperdício, então o nobre edil na 42ª sessão ordinária em um dos vários requerimentos que sempre constam na pauta, apela ao DD. Promotor Público para informar sobre a possibilidade de tomar providências com relação aos buracos na referida rodovia. (O legislativo da Faxina está assim!)
REPUDIO?
No oficio 608/09 de 13/07/09 o Secretário Jurídico repudia matéria que foi veiculada pelos jornais independentes de nossa cidade onde o vereador Margarido declara que recebeu uma resposta mentirosa do Executivo através de resposta ao requerimento que trata de despesas de hospedagem pagas pelo Executivo ao Palace Hotel no período da FAI 2008.
Mas com base em documentos entregues pelo Executivo ao Judiciário o nobre Edil constatou que foi sim efetuado pagamento ao referido comércio, mas a resposta do requerimento era negativa com relação ao pagamento dando então origem a denúncia de falta de veracidade das repostas do Executivo a requerimentos da câmara.
Atuando como um causídico aparentemente desprovido de amplo entendimento do que se tratava, e, dando uma de João sem braço (bobo), mandou responder o referido requerimento ao pé da letra, como se o fato de pagar houvesse ocorrido no tempo literal da pergunta do vereador, lançando mão de artifício de causídicos que defendem um réu em um júri, (mas também não sei se teria tanta capacidade) deixando de lado a responsabilidade da veracidade das informações, não obstante a isto comparou a pergunta do vereador à mesma pergunta feita pelo Judiciário sobre o mesmo assunto, em tom irônico desclassificando a indagação do vereador eleito pelo voto popular. (Perdeu a oportunidade de ficar calado, e, a tréplica vai ser dura, aguarde.)
A ironia é irmã siamesa da audácia dos ignorantes.




