Esta relação sempre foi mostrada em forma de novela ou pela sétima arte, mas, podemos estabelecer uma relação com a política da atualidade, onde os políticos são os senhores e o povo a senzala. Pode parecer estranho, mas, é possível estabelecer tal relação, pois, se entendermos a estrutura dos dois períodos, devemos simplesmente estabelecer os papeis.
Atualmente todo político tem seus nichos eleitorais (curral eleitoral) desde a esfera federal até o bairro simples de um pequeno município esquecido deste Brasil continental, então são considerados figuras importantes e influentes, pois, através de suas falas são capazes de traduzir em votos suas palavras, e é possível detectar este senhor no meio da multidão, através da atribuição de feitos e fatos onde figura o nome deste líder. Contudo o preço pago pela senzala é um tanto alto, pois, sempre o atrelamento por divida de favores é cobrado, mas os lucros auferidos por esta cobrança, tem um único destino, e a finalidade é abastecer os bolsos do senhorio a fim de beneficiar seu clã.
Então estabelecida esta relação poderemos classificar este ciclo em três papeis distintos, poder federal o senhor maior, poder local o senhor com maior beneficio e o eleitor que é a senzala que colhe pequeníssima parcela de benefícios, como no período colonial, o Império cobra da colônia que utiliza a força escrava para auferir lucro.
Como no período colonial e agora, alguém tem que trabalhar para gerar riqueza e este alguém é o povo humilde.


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